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AEASAgrupamento

O Agrupamento de Escolas de Águeda Sul, constituído em 28 de junho de 2012, resulta da agregação dos antigos Agrupamentos de Escolas de Aguada de Cima e de Fermentelos com a Escola Secundária Marques de Castilho. Tem por Escola Sede esta última, e inclui ainda dois pólos escolares (Aguada de Cima – agregando a EB nº 2 de Aguada de Cima e o recém construído edifício do 1º ciclo – e Fermentelos – agregando a EB Professor Artur Nunes Vidal e o 1º ciclo e Educação Pré-Escolar) [Ver], a escola básica António Graça, em Barrô, as escolas básicas de Espinhel e Aguada de Baixo, todas com 1º ciclo e Educação Pré-Escolar, e ainda as escolas básicas com 1º ciclo de Óis da Ribeira e Travassô [Ver].


Marques de Castilho

A Escola Secundária Marques de Castilho foi oficialmente criada em 1927 (Dec. nº 13149 de 29.01.1927) e recebeu o nome de ESCOLA INDUSTRIAL E COMERCIAL DE ÁGUEDA. A sua criação respondia às novas exigências e necessidades criadas pelo desenvolvimento económico da vila de Águeda na década de vinte, nomeadamente na área industrial.

 A certidão de nascimento da actual Escola Secundária Marques de Castilho encontramo-la no Decreto nº 131449, artº 1º, publicado no Diário do Governo nº 32,  e rectificado no Diário do Governo nº 37, de 29 de Janeiro de 1929. Ali se declara que “é criada na vila de Águeda uma escola industrial e comercial”, mas não se indica ou sugere qualquer patrono local ou nacional. A sua criação resultou da conjugação de vários factores: por um lado, da  “solicitação dos habitantes da vila de Águeda”, por outro, da necessidade de dar ao pessoal operário dos “numerosos estabelecimentos fabris de serralharia e carpintaria mecânicas, de cerâmica, de serração de madeiras e outros”, uma boa habilitação profissional. A estes dois factores acresceu outro, senão o mais importante, que foi o de Águeda ter, na altura, uma frequência escolar, a nível do ensino primário, superior a 2000 alunos, facto que, à partida, para  o legislador, assegurava, inteiramente, “a frequência de uma escola de ensino técnico elementar” (sic).

 Reconhecida, local e oficialmente, a necessidade da criação de uma escola industrial e comercial em Águeda, para a sua instalação seria necessário que o Município fornecesse as instalações apropriadas. Nesse sentido, no dia 6 de Junho de 1927, o Director-Geral do Ministério do Comércio, acompanhado pelo Presidente da Comissão Municipal, Joaquim de Mello, “veio escolher o edifício mais adequado à instalação”. Vistoriadas as casas, então consideradas disponíveis, a escolha recaiu sobre a chamada “Casa de D. Matilde”, propriedade do Conde de Águeda, que, desde logo, facilitou a sua venda pela módica verba de 55 contos suportada pelos cofres da Câmara, com dinheiros retirados dos fundos das Minas de Talhadas que estas foram obrigadas a pagar-lhe  destinados “a melhoramentos no concelho”. As despesas com as instalações  eram da responsabilidade do Governo.

Os primeiros anos da sua existência não foram nada fáceis, mais por falta de material didáctico e pobreza de instalações, do que da boa vontade e empenhamento por parte do pessoal docente e auxiliar. Na verdade, no Relatório do ano lectivo de 1928/29, o Director, Pe José Marques de Castilho, afirma que o seu pessoal foi “de uma assiduidade e pontualidade inexcedíveis, a ponto de alguns não darem uma única falta durante o ano, o seu esforço foi máximo e o rendimento do seu trabalho comprovou publicamente a sua competência e o seu interesse pela causa que lhes foi confiada”, apesar de todas as deficiências do edifício em que se trabalhou. De facto, tratava-se de um edifício “acanhadíssimo e... pobre de material por falta de dinheiro para o adquirir” (Relatório de 1928/29), deficiências que se ampliaram ao longo do tempo, angustiosamente confirmadas nos relatórios anuais enviados, repetidamente, pelo Director às instâncias superiores. Todos eles, aliás, afirmam, que “as salas de aulas são pequenas e não chegam para o serviço” (Relatório de 1929/30, fl. 3; Relatório de 1930/31, fl. 2; Relatório de 1931/32, fl. 4; Relatório de 1932/33, fl.2; Relatório de 1933/34, fl. 2 e Relatório de 1934/35). 

 Inicialmente instalada na chamada "Casa de D. Matilde", pertencente ao Conde de Águeda, na Rua Fernando Caldeira, a Escola abriu oficialmente o 1º ano lectivo em 14 de Novembro de 1927, com 129 alunos inscritos, distribuídos pelos dois cursos existentes, o Curso Comercial e o Curso Industrial, e funcionando em regime de Ensino Diurno e Ensino Nocturno.

 Como director fora nomeado o Pe José Marques de Castilho (que se manteria nessa função até 1939) e do quadro do pessoal docente constavam 11 professores e 3 mestres.

 

Aguada de Cima

 

aguadacA Escola Básica de Aguada de Cima é constituída pelo edifício da Escola Básica Nº2 de Aguada de Cima, em que funcionam os 2º e 3º ciclos do ensino básico, e pelo novo edifício do 1º ciclo e Pré-Escolar, inaugurado este ano letivo, embora ainda não esteja a oferecer o Ensino Pré-Escolar. O edifício da Escola Básica nº 2 de Aguada de Cima e sede do extinto Agrupamento de Escolas de Aguada de Cima, foi construído há quase três décadas e é do tipo T/24, com dois blocos de dois pisos cada, tendo sido recentemente submetido a obras de requalificação por parte da Câmara Municipal de Águeda, otimizando as condições de trabalho. 

 

Fermentelos

 

nvidal1O edifício da Escola Básica Professor Artur Nunes Vidal, que constituiu sede do antigo Agrupamento de Escolas de Fermentelos, foi erigido em 1995. Foi também recentemente objeto de obras de requalificação da responsabilidade da Autarquia, oferecendo agora melhores condições de trabalho, à semelhança das que já existem no edifício contíguo inaugurado em 2013 e que alberga todos os alunos do 1º ciclo e todas as crianças dos Jardins de Infância de Fermentelos.

O Patrono

nvidalArtur Nunes Vidal, professor primário, natural de Fermentelos, nasceu em 9 de Novembro de 1882 e faleceu em 6 de Maio de 1952. Após ter lecionado em várias escolas desta zona, publicou obras como a "Árvore de linhagens dos fermentelenses no século XIX”; “Fermentelos”; “Lembranças de Fermentelos ", que ficaram ligadas à história de Fermentelos. Foi fundador da 1ª Escola de Música em Fermentelos, em 1911. Integrou ainda, em 1927, o primeiro corpo docente da antiga Escola Industrial e Comercial de Águeda, que deu origem à atual Escola Secundária Marques de Castilho, tendo aí lecionado as disciplinas de Aritmética Comercial, Geometria, Noções Gerais de Comércio, Escrituração e Contabilidade Comercial, acumulando a função de Secretário da Escola. Viria a assumir a função de Diretor desse estabelecimento de ensino em 1940, na sequência do abandono do cargo pelo Pe. Marques de Castilho, por limite de idade. Em sua homenagem, e por proposta do Agrupamento Vertical de Escolas de Fermentelos, com a concordância da Câmara Municipal de Águeda, a Escola Básica do 2º e 3º ciclos de Fermentelos passa, de acordo com o Despacho 15459/2006, de 25 de junho, a designar-se Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos Prof. Artur Nunes Vidal, Fermentelos, Águeda.

 

 

 

Barrô

 barroA Escola Básica António Graça - Barrô (junção da antiga EB1 de Barrô e do JI de Barrô) entrou em funcionamento nas novas instalações no ano letivo 2013/2014, tendo sido inaugurada a 22 de setembro de 2013.

 Foi-lhe atribuída a designação de  "Escola Básica António Graça - Barrô" sugerida pelo atual Presidente da União de Freguesias de Aguada de Baixo e Barrô e pela Câmara Municipal de Águeda.

 O Sr. António Graça (já falecido) exerceu funções de tesoureiro da Junta de Freguesia de Barrô durante 3 anos e de 12 anos como Presidente da mesma Junta e, segundo a opinião da maioria dos barroenses, fez um trabalho notório no desenvolvimento da freguesia.

 A escola é constituída por 5 salas de aula para o 1º Ciclo e 2 para o Jardim de Infância, 1 biblioteca, 2 gabinetes para reuniões e atendimento aos encarregados de educação, WC´s, hall de entrada, corredores, 1 sala para as AAAF, 1 polivalente, 1 cozinha, 1 refeitório, 3 despensas e o recreio com 1 campo de jogos e um pequeno parque infantil.


Aguada de Baixo

abaixoA Escola Básica de Aguada de Baixo funciona num edifício antigo de dois pisos, constituído por 6 salas de aula destinadas ao 1º ciclo e uma às atividades da EPE, 1 sala de professores, 1 pequena biblioteca, 1 salão polivalente 1 refeitório e 1 sala para as atividades da AAAF.

 

Espinhel

espinhelA EB1/JI de Espinhel funciona num edifício próprio com 2 salas destinadas ao 1.ºciclo e uma ao EPE, possuindo um espaço polivalente pré-fabricado, onde se realizam atividades pós letivas, atividades letivas da EPE - atividades psicomotoras e o serviço de almoços do 1ºCEB. O espaço de recreio é o mesmo para Escola do 1º Ciclo e para o Jardim de Infância. Todas as crianças podem também utilizar o polivalente/monobloco e a sala da Componente de Apoio à Família para realizarem atividades em conjunto.

Óis da Ribeira

 oisA escola Básica de Óis da Ribeira é a escola mais pequena do agrupamento, funcionando num edifício constituído por 3 salas de aula distribuídas por 2 pisos.

 

Travassô

 travassoA Escola Básica de Travassô contempla o 1º ciclo e a educação Pré-Escolar, funcionando num edifício com 2 pisos e 4 salas de aula. Possui ainda um amplo espaço envolvente com uma parte coberta para a prática da Expressão Físico Motora.




 

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